logo


semveronica

O nome da peça evoca um desejo: que haja amor, sempre e por tudo. É essa necessidade que permeia os encontros e desencontros emblemáticos dessa aventura humana, que por vezes nos faz achar normal nos sentirmos sozinhos e incompletos, mesmo entre seis bilhões de pessoas que existem no mundo. Precisamos do outro. Sempre.

O espetáculo é construído a partir de uma dramaturgia de imagens. Além de tornar possível acompanhar, ainda que de forma fragmentada, o jogo entre os possíveis amantes, a encenação busca, antes, contagiar a plateia com um desejo simples, contraditório e universal: amar e ser amado.

Talvez essa busca do outro, o reconhecimento de si a partir da alteridade, seja a parte mais bela e, infelizmente, a mais esquecida. Hay Amor! dialoga com a pós-modernidade- em que falar de amor tornou-se fora de moda, cafona, brega- atentando a uma sociedade de consumo que usurpa essa potência e a banaliza por meio da propaganda, ladra de nosso desejo, e aos meios de comunicação de massa, que petrificam nossos arquétipos em clichês e a exploração da intimidade dos reality shows.

 

  • Fotos

    Você encontrará fotos em alta resolução para download na nossa Sala de Imprensa

  • Sinopse

    Um banco de praça de uma cidade interior dá lugar a imagens e sensações de um grupo de amigos que tenta, por todos os meios, representar o amor, no esforço de dizer o indizível. Por meio de uma trajetória de cenas curtas, de pequenos recortes de sensações, cantamos as músicas dos nossos corações acompanhando encontros e desencontros emblemáticos dessa aventura humana que ao mesmo tempo em que nos faz ridículos, torna-nos sinceros também.

    Duração: 80 minutos

    Indicação: 14 anos

  • Processo de criação

    Hay Amor! mistura teatro, dança, música e vídeo, com sensibilidade e humor partindo da idéia de que todo sujeito apaixonado é também um ser inspirado, que deseja expressar intensamente seus sentimentos e por isto agarra-se com unhas e dentes a todas formas de linguagem que possibilitem dar vazão ao que explode por dentro, sem se importar com o ridículo de si mesmo.

    Ao abordar um tema visitado por tantos poetas em seus diferentes tempos, tínhamos uma vontade específica de sediá-lo na contemporaneidade, de estarmos tangenciando a nós mesmos como atores e público. Buscamos referências populares que fizessem parte do imaginário de um grande número de pessoas. Escolhemos os clichês amorosos porque há algo que faz com que eles estejam sempre em atualização.

    Eles fazem parte da tentativa de expressar aquilo que invade a alma. Fernando Pessoa já dizia, no poema que também ganhou ares de clichê, que todas as cartas de amor são ridículas, mesmo que mais ridículos sejam aqueles que nunca escreveram cartas de amor. O julgamento, o brega está nos olhos de quem vê distanciado o ato romântico. Buscamos transitar entre estas figuras bregas e anti-bregas tanto através de uma interpretação exagerada de quem tenta representar-se a sinceridade máxima daquele que vê a queda de todas as máscaras. Caminhamos através do cômico, passamos pelo tragicômico para chegar enfim em algumas pitadas de dramático.

    Tentamos falar de amor em um tempo em que este distanciamento esta cada vez mais em voga e a poesia se perde frente a tantos meios de comunicação. Numa época em que as pessoas têm medo de se envolverem porque nada assegura a exclusividade de seus parceiros. Uma áurea de inseguridade paira sobre o ar: pessoas se inscrevem em sites de namoro, desejam serem iguais as modelos na TV, tornam-se escravas das tendências, mutilam os excessos de seus corpos, siliconizam-se, tudo para assegurar uma possível conquista de alguém. Uma conquista que busca forças na beleza, no dinheiro e nas relações de poder.

    Quando pessoas não vivem mais sem celulares, MSN, data shows, microfones, videokês buscamos fazer uso dos produtos advindos destes recursos: das canções, dos vídeos do YouTube, das imagens divulgadas na internet, e do filmes como material para ser utilizado na criação das cenas.

  • Ficha Técnica

    Direção

    Os Geraldos

    Direção Musical

    Silas Oliveira

    Elenco

    Carolina Delduque

    Douglas Novais

    Guilherme Bertin

    Julia Cavalcanti

    Maíra Hérissé

    Marina Milito

    Cenografia

    Os Geraldos

    Texto

    Os Geraldos

    Figurinos

    Os Geraldos

    Iluminação

    Douglas Novais

    Técnico de luz

    William Oliveira

    Técnico de som e mídia

    Henrique Vasques

    Assessora de imprensa

    Paula Mathenhauer Guerreiro

    Produção

    Os Geraldos

  • Necessidades Técnicas

    Estrutura (vara ou cabo de aço) para pendurar cortina ao fundo de 6 metros de largura.

    Nº de varas para cenário: 6

    Nº de pernas: 4, sendo duas em cada lateral.

    Tamanho ideal de palco: 7 m de boca de cena, 8m de largura, 9m de profundidade e 6m de urdimento. Necessária uma vara no fundo do palco para colocação de rotunda.

    Tamanho mínimo de palco: 6m x 6m.

    Equipamentos necessários: 

    Equipamento de luz: 16 PC’S de 1000w; 3 Set Lights de 1000w; 4 Elipsoidais de 1000w.

    Equipamento de som: 1 aparelho de som com entrada para CD; 2 caixas de som com amplificador; 1 mesa de som.

    Tempo de montagem

    Montagem de Cenário: 1 hora

    Montagem da Luz: 2 horas

    Montagem do Som: 30 min

    Desmontagem: 30 min

    Ensaio Técnico: 80 min

    Tempo mínimo de montagem: 4 horas

    Tempo mínimo de desmontagem: 1 hora

    Observações: A afinação de luz deve ser feita após a montagem do cenário. A montagem de som ocorre simultaneamente à montagem do cenário.

    Espaço Cênico

    - Cortina bege ao fundo, de 5m de altura x 7m de comprimento.

    - Espaço cênico delimitado por tapete de grama sintética de 6m x 6m.

    - 2 pedestais com microfones nas laterais, à frente, ao lado da grama.

    Estrutura necessária

    - Vara de cenário ou cabos para fixação de cortina ao fundo

    - Tamanho ideal de palco: 7m de largura x 7,5m de profundidade.

    - Observação: vide foto ilustrativa da iluminação e espaço cênico.

    Iluminação

    - Geral Branca: 6 PC’s de 1000W

    - Contra Branco: 6 PC’s de 1000W

    - Contra Azul: 6 PC’s de 1000W (referência de filtro: Supergel # 56)

    - Afinação: restrita ao espaço cênico delimitado pela grama.

    - Banho Vermelho: 8 PC’s de 1000W, divididos em 2 varas (referência de filtro: Supergel # 26).

    - Afinação: a pino, restrita ao espaço cênico delimitado pela grama.

    - Banho Rosa: 8 Elipsoidais de 1000W, 2 em cada extremidade da vara de contra e frente (referência de filtro: Supergel # 343).

    - Afinação: diagonal cruzada, restrita ao espaço cênico delimitado pela grama.

    - Foco Frente: 1 Elipsoidal de 1000W, na vara imediatamente à frente da grama.

    - Afinação: foco central, de aproximadamente 2m, no início da grama.

    - Foco Meio: 1 Elipsoidal de 1000W, na vara no início da grama.

    - Afinação: foco de aproximadamente 2m, no centro da grama.

    - Foco Fundo: 1 Elipsoidal de 1000W, na vara no meio da grama.

    - Afinação: foco central, de aproximadamente 2m, no fundo da grama, limite com a cortina.

    - Focos Microfones: 2 Elipsoidais de 1000W, com facas, cada um em uma extremidade da vara frontal, na linha de 1m para fora da grama.

    - Afinação: devem ser direcionados aos pedestais nas laterais do espaço cênico. Incidência frontal, recorte retangular, alinhado ao limite externo da grama.

    - Plateia: 1 Set Light 1000W.

    Afinação: incidindo sobre a plateia.

    Observação: vide foto ilustrativa da iluminação e espaço cênico.

    Som e Mídia:

    - Aparelho de som com entrada para CD, 2 caixas de som e cabeamentos necessários.

    - 2 microfones com dois pedestais (de preferência sem fio)

    - 1 data show

    - Carga/cenário

    - Peso: 60kg – Volume: 2m3

    Descrição da carga: 1 banco de praça de madeira, desmontável. Grama sintética em 4 partes enroladas com 1,5m de largura, uma mala preta contendo aparelho de DVD, projetor e cabos. Uma mala contendo rotunda branca de 7×10, uma mala com figurinos diversos.

  • Histórico resumido

    2008: Em dezembro, foram realizadas três apresentações como primeiro estudo no Teatro Útero de Vênus em Campinas.

    2009: Em março, foi apresentado como estudo no 14° Festival International du Théâtre Universitaire d’Agadir no Marrocos, tendo recebido o prêmio especial do júri e o prêmio máximo do festival. Em julho, estreou no CIS Guanabara em Campinas. Em setembro, o espetáculo foi convidado para encerrar o 5° Festival de Teatro de Mogi Mirim e, em novembro, para abrir a 1° Mostra de Teatro e Dança de Cunha. Fez curta temporada no Teatro Arte e Ofício em Campinas, em dezembro.

    2010: Participou, em Janeiro, da 25° Campanha de Popularização do Teatro de Campinas, com apresentação no Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes, de Campinas. Em julho realizou apresentações no Centro Cultural Virla em Tucuman, na Argentina, no 23° Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau e em comemoração ao primeiro ano de trajetória do espetáculo encerrou a Temporada SESC Teatro, no SESC Campinas. Em setembro, a partir de um convite da Secretaria de Cultura de Vinhedo o espetáculo fez uma apresentação em Vinhedo e participou do XVII Festival de Teatro do Rio. Em outubro realizou uma apresentação no SESI Piracicaba. Em Novembro participou do encerramento do UNICENA no Lume e realizou sua ultima apresentação de 2010 no dia 14 de dezembro no SESI Rio Claro.

    2011: Foi contemplado pelo ProAC número 22 com o Projeto “Bebedouro-SP” de difusão cultural, onde ocorreram duas apresentações do espetáculo para a comunidade bebedourense. Em agosto o espetáculo passou pelo Teatro Vitória – Limeira, no Centro de Convivência Carlos Gomes em Campinas e no SESI Osasco. No mesmo ano o espetáculo recebeu aclamação do público no Festival de Teatro de Tatuí, no Conservatório Dramático, no 34° FESTE em Pindamonhangaba, na 4ª Mostra de Teatro Popular de Jundiaí e no 39° FENATA em Ponta Grossa-PR.

    2012: Em janeiro deste ano o espetáculo passou por Araçuaí-MG e pelo Janeiro Brasileiro da Comédia, em São José do Rio Preto. Em março esteve na Mostra Joseense de São José dos Campos e em maio no Teatro Vitória de Limeira. No mês de junho participou da Virada Regional de Teatro, na qual realizou uma apresentação no Teatro Municipal de Paulínia. No mês de agosto o espetáculo esteve em breve temporada na I Jornada Teatral – Os Geraldos, em Campinas, assim como no VI FESESTE em Avaré, onde ganhou vários prêmios. Além de circular por vários SESIS do estado de São Paulo, Hay Amor! esteve em temporada no nordeste passando pelas cidades de Campina Grande, Maceió e Recife.

    2013: Em janeiro deste ano, na cidade de São Paulo, foi apresentado na sala Carlos Miranda (FUNARTE) na grade de Ocupação dos Coletivos Unicamp, promovida pela Cia de Teatro Acidental. Passou também por alguns SESIS ao longo do ano e fechará 2013 com uma apresentação no SESC de Sorocaba.

  • Teaser do Espetáculo

  • Arquivos para Download

Deixe um comentário

*

captcha *