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  • Fotos

    Encontre fotos do espetáculo em alta resolução na nossa sala de Imprensa.

 

  • Encenação

    Despertar a criança interior dos adultos foi um grande desafio ao qual nos propusemos no início de nossa jornada. Entre as crianças, há riquíssima variedade de percepção e de interesse que deve ser considerada. Com razão, Chesterton dizia: “Uma criança de sete anos ficará impressionada se lhe disserem que o pequeno Tomás abriu uma porta e viu um dragão: mas uma criança de três anos já ficará impressionada se lhe disserem apenas que o pequeno Tomás abriu uma porta.” Daí o desafio de apresentar uma obra que se destina a todos, e da qual cada um absorverá o que lhe for adequado naquele momento. Assim são as obras de arte. Por fim, não acredito que haja uma tal entidade chamada “teatro infantil”. Há o bom, o mau teatro e a ausência de teatro. E, para que o teatro aconteça, é preciso seguir os passos de Teresa em sua longa jornada: ser humilde, paciente, perseverante, forte, corajoso, magnânimo e jamais tirar os olhos do céu, a morada das estrelas e do bem supremo que as faz cintilar, independentemente dos obstáculos e dispersões da vida. Seja como for, haja o que houver, imitemos a essa menina.

    Ricardo Harada, diretor do espetáculo

     

 

  • Sinopse

    Em “As estrelas do céu”, acompanhamos as aventuras de uma menina que empreende uma jornada fantástica em busca de seu grande sonho: tocar as estrelas do céu. Durante sua longa jornada, ela percorrerá lugares desconhecidos e encontrará personagens incríveis, que a ajudarão a enfrentar obstáculos e lhe mostrarão os caminhos que levam à “escada sem degraus”, o único meio possível de alcançar as estrelas. Inspirada em um antigo conto inglês, a peça nos faz lembrar que, para alcançar um grande objetivo, devemos nos esforçar mais e mais.

 

  • Processo de Criação

    A princípio, o espetáculo deveria caber em uma mala, mas a mala transbordou e ganhou proporções infinitas, era a via Láctea que já nos inspirava. Precisávamos de um espetáculo que enchesse os olhos das crianças e as capturasse logo de início, para devolvê-las às poltronas  somente no fim da estória. O texto e a dramaturgia foram construídos juntos, entre as improvisações dos atores e o recolhimento do diretor, que adaptava o texto à dramaturgia e a dramaturgia ao texto. Em meio aos ensaios e improvisações, começavam a chegar os objetos cênicos da oficina de Ricardo, construídos com esmero para encher os olhos das crianças, dos pais e dos próprios atores e, na medida do possível, com todo o aparato artístico de nosso polivalente diretor, cenógrafo e mágico, dar ao público uma experiência integral e fantástica dos personagens e acontecimentos. Daí a idéia maluca de construir um moinho de vento, um cavalo em tamanho real, um oceano, a via láctea. “Afinal, os adultos deveriam saber fazer as coisas bem, sobretudo aquelas destinadas às crianças. Apesar do teatro não diferir muito – confesso que não difere em nada – dos jogos de que eu participava quando era criança, ele exige, no entanto, o mesmo esforço e rigor técnico de um construtor de foguetes: a vida deste espetáculo depende disso. E nossos pequenos espectadores não perdoam… com toda a razão!”

    Giuliano Bonesso, com citações de Ricardo Harada

 

  • O Diretor

    Ricardo Harada é ilusionista, ator, diretor e Doutor em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas –UNICAMP. Como mágico, recebeu diversos prêmios ao longo de sua carreira, dentre os quais o Prêmio Mandrake d’or, outorgado anualmente pela Academie Française des Illusionnistes aos melhores ilusionistas do mundo. Realizou seminários, palestras e conferências em 9 países, nos mais importantes congressos internacionais de ilusionismo, tanto na América Latina quanto na Europa, além de ser Consultor de ilusionismo e efeitos especiais para mágicos de diversos países e para espetáculos teatrais. Dirigiu e escreveu os espetáculos “O Experimento Tirésias”, “Teleoementário”, “PortraitsofanCardician”. Como autor e performer, realizou o espetáculo “11 32: Homem Caminhando Está…” e os atos “Tertuliano”, “Magritte”, “A espera” e “Escamoteur”.       

 

  • Ficha Técnica

     Direção, dramaturgia, cenografia: Ricardo Harada

    Elenco: Maíra Hérissé, Vinícius Santino, Giuliano Bonesso

    Figurino: Ricardo Harada e elenco

    Iluminação: Ricardo Harada e Lucas Gonzaga

    Arte Gráfica: Vanessa Cavalcanti

    Produção: Os Geraldos

    Duração do espetáculo: 60 min

    Faixa etária: De 3 até 99 anos. Para toda a família!

 

  • Necessidades Técnicas

     Em construção

 

  • Histórico Resumido

     

 

 

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